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CARTA AWARE

Compartilhamos os destaques da nossa CARTA MENSAL AWARE ref. janeiro/2025.

No arquivo completo anexo, encontrará nossa análise mensal.

 

Internacional

  • Na política monetária americana, o Federal Reserve resolveu ir com calma, mantendo os juros entre 4,25-4,50% e sem pressa para ajustes, como ficou mais que claro nas 5 vezes em que isso foi repetido na coletiva;
  • Na Europa, devido às instabilidades no bloco, o BCE tem agido com maior cuidado nas suas decisões de política monetária. Anunciou o quarto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual, para 2,75%, na sua taxa de juros;
  • Para 2025, o FMI prevê um crescimento de 1,6% para o Reino Unido, posicionando-o como a terceira economia de crescimento mais rápido entre os países do G7;
  • O PIB chinês cresceu 5% em 2024, atingindo a meta anual do governo. O resultado foi impulsionado por uma aceleração no último trimestre, após o lançamento do maior pacote de estímulo desde a pandemia de Covid-19.

 

Brasil

  • Em janeiro, o Brasil iniciou seu ano pré-eleitoral, um período marcado pela incerteza tanto no cenário político quanto econômico. As dúvidas persistem sobre os rumos da liderança política em seu penúltimo ano de mandato e sobre a condução da política fiscal, que continua gerando apreensão no mercado;
  • A respeito do fluxo estrangeiro que retornou ao Brasil em janeiro, observamos uma recuperação parcial após meses de elevada volatilidade, impulsionada tanto por fatores internacionais quanto domésticos.

 

Bolsas | Juros & Câmbio

  • No final de janeiro, no Brasil, a curva de juros fechou em todas as pontas. Com a redução da diferença entre as taxas de curto e longo prazo, observamos um movimento de flattening, o que indica uma incerteza econômica. Esse cenário de incertezas tende a se tornar mais claro ao longo do primeiro semestre de 2025, à medida que as movimentações políticas e econômicas em Brasília se intensificam;
  • Janeiro consolidou-se como um período de recuperação moderada com os investidores reagindo positivamente aos dados econômicos e aos resultados corporativos, à espera dos próximos desdobramentos no cenário global.

 

Perspectivas

  • O Brasil segue esperançoso em suas expectativas, mas ainda preso a velhos desafios estruturais que testam a confiança dos investidores. O mercado continuará em ritmo de montanha-russa no curto prazo, com os agentes econômicos equilibrando o otimismo em relação à atratividade dos juros e a apreensão diante das contas públicas.
  • Nos Estados Unidos, o Reality Show continua, renovado para uma próxima temporada. O segundo mandato de Trump promete ser movimentado. O protecionismo deve tensionar o clima global, enquanto o projeto Stargate intensifica a disputa tecnológica com a China. O mercado estará de olho na economia americana, aguardando sinais de cortes de juros, espera de sinais de cortes de juros, que, se acontecerem, deverão vir apenas depois de junho. O desafio será manter o crescimento sem ressuscitar a inflação.

 

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